T enho sentido essa necessidade remanescente de escrever desde que me reconheço como ser pensante. Lembro quando começou ali, na minha tenra idade, nem assinar meu nome corretamente sabia. Mas como culpar a jovem Anna? eu com tantos n's me perdia e nem poderia mais dizer o que eram, m's ou n's (os dois n's sempre me soaram como um m). A verdade é que comecei a ler e escrever muito cedo, não que tivesse talento, mas afinal sempre precisei. Fiz diários, aqueles com cadeado que se quebram ao menor toque descuidado, misteriosos e cheios dos mais profundos segredos que uma jovem menina tímida e estabanada poderia ter. A primeira paixão platônica, o copo quebrado e sorrateiramente jogado fora... assuntos dignos de manchetes, se me entende. Aos 8 até tentei construir um blog aqui no Blogger chamado "as aventuras de Anninha", juro . C ompletamente prolixa e contraditória desde os primórdios da minha escrita, passei aos 12 para um pequeno e escondido blog mantido...